February 17 2015

Jeniffer Elaina da Silva

Nome sujo atinge 54,5 milhões de brasileiros

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Nome sujo atinge 54,5 milhões de brasileiros A situação econômica do Brasil no ano de 2015 conta com uma série de restrições, sendo que em virtude desta demanda se tem a estatística alarmante de que o nome sujo atinge 54,5 milhões de brasileiros.

A economia pode ter a análise do seu estado de saúde por meio de diversos tipos de indicadores, como os relacionados com a inadimplência dos consumidores que, neste caso, teve dados importantes nos últimos meses.

De acordo com o SPC Brasil (Sistema de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), o mês de dezembro do ano de 2014 com relação ao Indicador de Inadimplência foi 3,45% maior do que este mesmo dado no mês de dezembro de 2013.

Estes dados, mesmo indicando um crescimento, foram menores que os identificados desde o ano de 2011, depois do aumento mais elevado de agosto de 2014, que foi na monta de 5,09%.

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Com os dados atuais, cerca de 54,5 milhões de consumidores brasileiros estão com restrições por terem atraso em suas dívidas.

Ao se fazer uma comparação destes dados de inadimplência dos consumidores de dezembro com novembro de 2014 comprova-se uma queda neste indicador na proporção de 0,94%, sendo esta redução comum deste período do ano.

As causas desta melhoria ocorrem por situações típicas de final de ano, como pagamento de 13º salário, férias, bem como a oferta de muitos trabalhos na modalidade temporária, que ajudam na quitação de dívidas existentes com relação aos consumidores.

Dívidas mais frequentes entre brasileiros com nome sujo

Ainda com relação aos resultados desta pesquisa, cerca de 46% das dívidas ocorrem por pessoas físicas junto com bancos ou então empresas do ramo financeiro, seguida pelo comércio, que conta com 21% das dívidas não pagas no prazo pelos consumidores.

Os outros setores relevantes com relação à inadimplência no final do ano de 2014 são os serviços de telecomunicações, com 16% dos débitos, e as concessionárias relacionadas com serviços básicos, que têm 75% de clientes inadimplentes.

Interpretações econômicas da inadimplência dos consumidores brasileiros

Ao considerar estes dados de maneira mais detalhada, este menor crescimento da inadimplência dos consumidores no final do ano de 2014 não é um dado positivo porque mantém a indicação de que o Brasil continua com atividade econômica baixa e restrições à concessão de crédito.

Em virtude da situação de relativa estagnação da economia no país, potencializada pela alta de juros e impostos em diferentes ramos de produtos e serviços, os bancos e comércio em geral estão concedendo uma menor proporção de créditos para tentar diminuir a possibilidade de não serem pagos.

Isto leva a uma diminuição no consumo dos brasileiros de maneira geral, mas que acaba levando a uma desaceleração da economia brasileira de forma mais intensa do que no ano de 2013, ajudando na manutenção da recessão nacional em um efeito cascata negativo.

Portanto, vale a pena redobrar a atenção e acabar com a restrição do seu nome sujo para poder realizar seus sonhos o quanto antes. O NomeSujo.org te ajuda nisso!